Ela sentia o corpo dele balançando-se sobre o seu. Com delicadeza. Com ritmo. Com desejo. E aguentava com prazer todas as suas investidas. Deixava-se levar. E deliciava-se com todas aquelas maravilhosas sensações que ele lhe produzia.
A secreta paixão, passou a desejo consubstanciado, e culminou com uma subida ao céu. Até parecer que nada mais havia para além disso.
Mas ele não a deixou cair no abismo e mostrou-lhe outra vez o prazer. Reinventou-se uma e outra vez mais. E só se renderam quando o cansaço os derrotou.
Ela ainda conseguiu beijá-lo antes de adormecer nos braços dele.
Na manhã seguinte, ao acordar, esboçou um sorriso aliviado. Era o marido quem dormia a seu lado.
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