Abriu a porta e saiu do prédio. Fazia frio. Muito frio. O ar quente que expirava arrefecia de imediato ao entrar em contacto com o ar frio da noite. Colocou as luvas de pele nas mãos. Do bolso do casaco, tirou um cigarro. Acendeu-o.
Olhou para ambos os lados. Não havia ninguém. Fazia demasiado frio para alguém andar a passear.
Podia escolher livremente o seu caminho. Sentia-se livre. Verdadeiramente livre. Apertou o casaco para não sentir o frio. E respirou de alívio.
Finalmente era livre … pelo menos até a encontrarem e a julgarem pelo que acabara de fazer.
Olhou para ambos os lados. Não havia ninguém. Fazia demasiado frio para alguém andar a passear.
Podia escolher livremente o seu caminho. Sentia-se livre. Verdadeiramente livre. Apertou o casaco para não sentir o frio. E respirou de alívio.
Finalmente era livre … pelo menos até a encontrarem e a julgarem pelo que acabara de fazer.
Copyright © 2013 Pedro Toscano
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